terça-feira, 21 de julho de 2009

Best of the Best

Boa tarde caro leitor!

Como mau blogger que sou, demorei muito com um novo post.
Mas em todo o caso aqui vai novo tópico.
Começarei de início com uma máxima que é válida no mundo empresarial e construirei a partir daí o meu pensamento. "Formar alianças com os melhores" é uma máxima empresarial que é usada numa prática comum que é o outsourcing. Eu tenho o meu "core business", tudo o resto mando fazer fora, mas já que mando fazer fora que seja com os melhores pois isso trazer-me-á benefícios.

Ora, o que pretendo dizer com isto é que constantemente estudos independentes sobre empresas saiem "cá para fora" e, acho eu, uma boa oportunidade para nos alertar, isto, também, se estivermos atentos.
Li um artigo muito interessante sobre IT (Information Technology, para quem, tal como eu, tem aversão às siglas) na ComputerWorld das 100 melhores companhias para trabalhar.
O artigo está bem formado e explica a(s) razão(ões) pela(s) qual(is) essas empresas estão nesse mesmo top 100. Um ponto que é bastante frisado é o dinheiro investido em formação do colaborador e o seu grau de satisfação na empresa. Como trabalhador à conta de outrém que sou, percebo exactamente a satisfação que é uma empresa acreditar no empregado e valorizá-lo e, se assim for, a diferente motivação que existe em trabalhar em prol da empresa. Parece-me a mim que a empresa é um todo que é a soma das partes (colaboradores e parceiros). Se há um cantar uníssono entre as partes, o todo mover-se-á muito melhor. A existência desse pormenor faz logo transparecer a boa gerência detrás da empresa, alguém que pensa além do imediato, criando valor para o futuro. Consoante este pormenor, na minha opinião não há como dar mal, sem ser com algo muito estranho e, até eu comprei algumas acções destas empresas, que confesso rentabilizaram mais cedo que esperava.

Se quisermos melhorar, façamos parcerias com quem é bom.

Bons pensamentos nos vossos actuais e futuros investimentos,

Pedro Carmo

segunda-feira, 30 de março de 2009

Será???

Olá caro leitor.

Caso esteja mais desatento ao que se passa no mundo, tenho uma novidade para si... Estamos em crise! Ahhh já sabia...
O que se calhar não sabe é que os EUA (essa bela potência que regula quase tudo o que há no mundo) já mostram alguns sinais de recuperação.
A bolsa tem mais dias a subir que a descer, apesar de ainda haver inconsistência, mas pode, e creio, ser um indicador de alguma melhora. Se estava à procura de algo que lhe dissesse que a crise pudesse estar a passar, aqui está ele.
Passe uns dias atento aos mercados e vai verificar que o que eu estou a dizer, provavelmente, será verdade.
Invistam de acordo com os vossos gostos, mas sempre com o mínimo conhecimento do que vão fazer. Procurem mercados alternativos e empresas de nichos de mercado.

Bons pensamentos nos vossos actuais e futuros investimentos.

Pedro Carmo

sexta-feira, 13 de março de 2009

Escolher a Dedo

Caro leitor,

É cada vez mais difícil sabermos sequer se queremos investir e cada vez mais difícil ir contra a maré da crise. Essa corrente maldita que nos parece afundar cada vez mais não nos larga nem por nada.
Pois é! É assim o nosso imediato, não há como fugir. Inicialmente pensava, também, que seria possível esgueirar-me à crise e, apesar de possível, é quase impossível. A NetFlix prova isso mesmo, chegando a estar a menos de $19 antes da crise, cotando-se, hoje, em bolsa nuns fantásticos $40 (39.96 para ser mais específico). Bom, mas casos assim são muito raros nestes dias.

O que me leva aqui é tentar alertar para investimentos que normalmente não estão no nosso pensamento diariamente, apesar de fazerem parte do nosso quotidiano.
Devemos tentar perceber quais as indústrias que melhor se esgueiram, ou menos sofrem, com a crise. Há três indústrias que me saltam à mente: alimentar, farmacêutica e a do jogos.
Se são as indústrias que mais resistem à crise, são também as indústrias que chegarão ao topo mais rapidamente. Dentro destas 3 destaco a indústria dos jogos, que além de não decrescer teve um aumento na ordem dos 8% durante o ano passado. As pessoas, como por exemplo eu e o meu estimado leitor, precisam de descontrair e, tempos de crise provocam mais stress e, por sua vez, mais necessidade de relaxamento. A indústria dos jogos tem-se aproveitado desse facto como ninguém, prova disso são os cada vez mais frequentes anúncios a jogos de computador e consolas. É um divertimento relativamente barato que pode durar muitas horas e, hoje, há mais valor acrescentado ao produto e ao cliente com a inclusão da possibilidade de se jogar online. Isto traz satisfação ao cliente e pode fazer com que o tempo de vida do jogo seja maior, logo a relação ternária qualidade/preço/tempo de vida, torna-se mais interessante ainda.

Aprenda a ver fora da caixa e a dar um lamiré mesmo em indústrias que não percebe e, verá que em cada canto pode estar uma boa possibilidade de investir.

Até à próxima e bons pensamentos nos seus actuais e futuros investimentos,

Pedro Carmo

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Mas eu não quero investir......

Caro leitor,

Deixe-me, em primeiro lugar, fazer o apelo para que abandone imediatamente essa idéia.
Não deve, NUNCA, deixar de o fazer. A crise agrava-se cada vez mais por falta de investimentos.

Mas hoje venho transmitir um pensamento um pouco diferente do habitual. Apesar do mote ser o mesmo (nunca deixe de investir), se não quer investir na bolsa ou mesmo nas contas dos bancos, tenho uma reflexão para deixar consigo... E que tal se investir em SI.
Sim, sim, em você que está a ler este texto. E tem várias formas de o fazer.

Prepare-se para tempos difíceis e invista em formação. Quem sabe se não é esse "curso" que decidiu tirar que lhe garante um lugar na empresa. Quem não lhe garante que o conhecimento "extra" que possui não o torna mais multifacetado, logo um valor acrescentado para a empresa em que trabalha.
Se está desempregado, tudo isto se pode aplicar, também. A conjectura económica não tende a melhorar em breve e, todo e qualquer alavancador é precioso.
Seja pró-activo, mostre interesse e arranque com algo. Escreva um blog, por exemplo, onde demonstre o seu ponto de vista sobre situações sociais ou económicas. Escreva. Este blog pode ser incluído no seu CV e o seu "futuro" patrão poderá ficar fascinado com a informação que pode obter que outros não a disponibilizam. Tenha atenção e escreva sobre situações, acontecimentos ou interesses que se enquadrem com o perfil adequado para o seu trabalho ou futuro trabalho (não faça um blog inteiramente um blog sobre futebol se é, por exemplo, um mecânico).
Inscreva-se no LinkedIn. É uma ferramenta muito útil de networking que pode realmente ajudá-lo. Experimente-o durante umas horitas, verá que não o estou a enganar.

Termino como comecei, não deixe NUNCA de investir, as possibilidades são imensas.

Bons pensamentos nos seus futuros investimentos,

Pedro Carmo

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Deixem o dinheiro trabalhar por nós

Olá caro leitor.

Já faz uns tempos desde a última vez que escrevi no blog.
A vida agitada e a correria, com muitas outras coisas urgentes de momento, têm-me dado pouco tempo para escrever.
Como o leitor, em princípio, não deve saber, eu vou-me casar em breve e, como explicarei daqui a nada isto pôs-me a pensar naquilo que venho aqui falar.
Como ainda estou em início de vida profissional, não consigo fazer, para já, em pleno o tópico de hoje, mas acreditem que estou a começar.
Mas o que é que ele está para ali a falar? - perguntam vocês. Fácil, ou talvez nem por isso, mas falo da relação activos/passivos do nosso dinheiro.
Mas o que é que é um activo e o que é um passivo? - voltam vocês a inquirir. Posto de uma maneira simples, um activo é algo que gera receitas e um passivo é algo que dá despesas. Um exemplo claro de algo que pode ser ambas as coisas é uma casa. Uma casa pode ser um passivo se a estamos a pagar (por exemplo a casa onde moramos) e, por sua vez pode ser um activo se a estivermos a alugar (desde que, a renda que cobremos seja mais elevada que a prestação do banco). Assim, visto de uma forma muito simples a casa rende ValorQueRende = ValorRenda - EmprestimoBanco, logo temos um activo que rende o ValorQueRende.
Ora como o prezado leitor já se deve ter apercebido, o truque na vida é tentar que os activos sejam sempre superiores aos passivos. Mas agora vem a parte engraçada da coisa, e que tal tentarmos fazer com que nos activos não esteja incluído o nosso ordenado? Traduzindo por miúdos, o ordenado é um activo, sem dúvida, mas o que eu quero propor é que tentemos chegar a um ponto onde tiramos o nosso ordenado da equação e mesmo assim tenhamos um rácio positivo entre activos/passivos. Há vários métodos para atingir este patamar e, logicamente, que quem tem mais dinheiro o pode atingir mais rápido. Mas se tivermos esta linha de pensamento como objectivo, pouco a pouco lá chegaremos e, quem sabe conseguiremos assim educar os nossos filhos neste sentido.
Hoje não vou aconselhar neste sentido com frases do estilo "façam isto", "façam aquilo", mas quero antes que tirem algum tempo de reflexão para melhor pensarem no assunto.
Imaginem só o que é receber o ordenado no final do mês e não ter de tirar nada para pagar empréstimos, contas, etc.. Sabe bem só de pensar não é?

Bons pensamentos em futuros investimentos,

Pedro Carmo

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Mas investir onde?

Com tudo o que se passa actualmente, com certeza muitas dúvidas pairam sobre a nossa cabeça.

Ok, até decidimos investir. Mas como? Onde? Quando? O como é fácil, para a generalidade das pessoas é só uns cliques do rato através do e-banking. O quando, como já referi anteriormente, acho que é agora. No onde é que está o nosso problema.

Trata-se de tentar perceber, pela gestão da empresa, lucros, capital em dívida, quais são as empresas que sobreviverão a estes tempos difíceis. Muito raramente pode acontecer algo inesperado (uma empresa falir sem razão aparente) a uma empresa aparentemente estável. Mas este risco pode ser minimizado com um bocadinho de estudo. Vejam o investimento da empresa, os seus produtos actuais e futuros, se os seus accionistas compram ainda mais acções. Muitas vezes ouvimos dizer que o CEO comprou mais x mil acções da companhia. Acho que ninguém compra nada acreditando que se vai desvalorizar.

Acredito piamente que se investirmos nos lugares certos que esta crise pode ser um "boost" financeiro e que tão cedo não teremos outra hipótese assim.

Bons investimentos,

Pedro Carmo

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Presente(s) de Natal

Numa altura que está toda a gente está a gastar dinheiro para comprar presentes, gostaria de alertar ao leitor para o seguinte: e que tal se em vez de gastar, investir.
O tempos são de aperto, por isso se não der presentes as pessoas até conseguem compreender, ao passo que se não fizer nada por si, pode não tirar proveito da excelente oportunidade que deparamos. Dê menos presentes e combata a sua apatia, e quem sabe se não se estará a dar a si próprio o melhor presente de todos os tempos.
Para não me alongar muito, hoje gostaria de dar um conselho para comprar. A empresa é a Activision, que é uma empresa de jogos para multi-plataformas (PC, PS2, XBox, PS3, ...), e que tem títulos que com certeza já ouviu falar (Guitar Hero, World of Warcraft), que são simplesmente "monstros" nesse mesmo mercado. Ora a empresa não está feliz, pois está pronta para lançar mais "monstros" cá para fora em 2009, e a expectativa não podia ser maior junto da comunidade de jogadores. Se os jogadores estão entusiasmados, vão comprar, se compram, dão lucro à empresa, se a empresa dá lucro, a confiança dos investidores aumenta... Bem já estará a perceber onde eu quero chegar.
Hoje há uma oportunidade única para comprar Activision, pois está avaliada a $8.97 que são uns míseros €6.5. O meu conselho é comprem Activision até não poderem mais, isto sempre a gastar dinheiro que não vos fará falta. Invistam, mas sempre com o que podem, só e somente.

Um feliz natal para todos e bons investimentos,

Pedro Carmo